S. Agostinho

Fede

Virtude

- Caridade

Há alguns, que acreditam que a religião cristã deve ser zomba em lugar de aprovado, porque nisto, em lugar de mostrar coisas que se vê, ele comanda aos homens, a fé em coisas que não se vêem.

A fé nas coisas que não se vêem

Nada de mais certo que da interior visão da alma.
Portanto, para confiar à aquele que parece prudente de crer naquilo que não podem ver e mesmo porque nós não estamos dispostos de demonstrar aos olhos humanos as realidades divina em que cremos, entretanto podemos demonstrar às nossas mentes humanas, que se devem crer também aquelas coisas que não se vêem. Em primeiro lugar, para aqueles que a estupidez rendeu assim escravos dos olhos carnais, que julgam de non dever crer aquilo que não vêem, deve ser lembrado quantas coisa, não somente crêem mas também conhecem, se mesmo não podem ver com tais olhos. Já na nossa alma, que é natureza invisivel, existem inumeráveis. Por não falar de outra coisa, mesmo a fé na qual nos cremos ou o pensamento com o qual pensamento de crer ou não crer alguma coisa,são totalmente estranhos aos olhares desses olhos: entretanto, o que ha de mais manifesto, de mais evidente,do mais certo da interior visão da alma? Como, portanto, podemos não crer naquilo que não vemos com os olhos do corpo, quando percebemos de crer ou de não crer, mesmo não podendo assumir pelos olhos do corpo?

Nenhuma disposição da alma se pode ver com os olhos do corpo. Mas esses dizem estas coisas que estão na alma, porque as podemos perceber com o mesmo espirito, não ha necessidade de conhece-las mediante os olhos do corpo: aquelas, entretanto, que nos propoem de crer, não são demonstradas no interior não são demnstradas no exterior de maneira que as conhecemos mediante os olhos do corpo, nel interiormente, no nosso espirito, de maneira que as vemos como no pensamento. Isto é o quanto dizem: como fosse ordenado a alguém de crer no caso em que pôdesse ver diante de si o objeto do crer. De certo, portanto, somos levados a crer a alguma realidade temporal que não vemos, para merecer de crer também as eternas nas quais nós cremos. Mas, seja quem voce for, voce não pode crer senão aquilo que vê,eis, voce vê com os olhos do corpo os corpos presentes e vê com o espirito, porque estão no teu espirito, as tuas vontades, os teus pensamentos do momento: ora, diga-me, te peço, a boa disposição do teu amigo para contigo com quais olhos voce a vê? Nenhuma disposição, de fato, se pode ver com os olhos do corpo. Ou, talvez, voce vê com teu espirito aquilo que está no espirito de outro? Mas se voce não o vê,como vai lidar com a benevolencia do amigo, a partir do momento que voce não acredita naquilo que não vê? Por acaso estás para dizer que vê a disposição de outro através de suas obras? Portanto, verá os fatos e sentirás as palavras, mas a respeito da disposição do amigo voce estará obrigado a crer naquilo que não se pode ver nem sentir. Aquela disposição, de fato, não é uma cor e nem uma forma que se impoe aos olhos, não é um som ou uma melodia que penetre nos ouvidos, e não uma tua disposição que seja percebida da um moto de teu coração. Não te resta portanto que crer naquilo que não viu nem ouvido, nem percebido dentro de ti, para que tua vida fique vazia, sem alguma amizade ou o amor que tem recebido não seja, à sua vez, por ti recompensato. Aonde está, portanto, aquilo que voce dizia, isto é, que não deve crer naquilo que não vê, ao esterno com o corpo ou ao interior, com o coração? Eis, a partir de teu coração, voce crê a um coração que não é teu, é lá aonde voce dirige o teu olhar da carne e da mente, que nos destina a fé. Voce, com teu corpo, vê o vulto do amigo, com teu espirito discerne a tua fé: mas a fé do amigo voce não a pode amar se voce não tem dentro de ti aquela fé com a qual voce crê que ele não veja. Mesmo que o homem possa também enganar con o fingir benevolencia ou esconder malicia, ou se não tem intenções de te prejudicar, esperando de ti alguma vantagem, entretanto, ele simula porque por falta de amor.

Nas adversidades si prova o verdadeiro amigo.
Mas, segundo o quanto voce diz, voce crê no amigo, do qual não pode ver o coração, porque o experimentou em situações dificeis e conheceu qual foi a sua disposição de espirito para contigo in ocasiões de perigos nos quais te abandonou. Talvez, segundo teu parecer, devemos nos augurar das desgraças para ter a prova do amor dos amigos para conosco? Ninguém provará a felicidade que provém da amigos muito confiaveis, se não tiver sido infeliz na adversidade, ou seja, não poderá nunca gozar do amor manifestado pelo outro, se não foi tormentado pela propria dor ou temor? Então, como se pode desejar e não temer aquela felicidade que se prova em ter verdadeiros amigos, quando somente a infelicidade pode rende-la certa? Sem dúvida que podemos ter amigos na prosperidade, embora seja na adversidade que temos a prova mais que certa.

Devemos crer ao coração dos amigos mesmo antes de coloca-los à prova.
Mas para coloca-lo à prova voce não confiaria nas tuas verificações, se já não acreditasses nas tuas convicções. Portanto, porque voce age para coloca-lo à prova, demostra de crer nele antes de ter a certeza da sua sinceridade. De certo, se não devemos crer à aquilo que não se vê, como se explica que acreditamos ao coração dos amigos ainda quando não temos provas certas que atestem a bondade? E, como se explica que mesmo tendo as provas, cremos nas benevolência deles para conosco? Tudo isso acontece porque em nós é assim grande a confiança que, como consequência, pensamos de ver com seus olhos aquilo do estamos convencidos. E somos obrigados a crer, pelo fato que não possamos ver.

Se desaparece a confiança, terminará a amizade.
Se essa fé viesse a faltar a causa de certos fatos humanos, quem não se renderia conta de quanta convulsão se determinaria nessas e qual horrivel confusão seguiria? De fato, se não devo crer à aquilo que não vejo, quem será amado de um outro do momento em que si mesmo o amor é invisivel? Portanto terminará por tudo a amizade, visto que essa consiste no amor reciproco. Que amor, portanto, poderemo receber de outro se não cremos que já nos foi dato? Com o fim da amizade não resterá que sequela no espirito nem os vinculos matrimoniais nem aqueles de sangue comum, nem de parentesco porque também nesses tem uma maneira comum de sentir a amizade. Os conjuges, portanto, não poderão se amar reciprocamente, quando não podendo ver o amor como tal, o um não acreditará de ser amado pelo outro. Esses não desejarão ter filhos porque não crêm que as coisas que não se vêem receberão amor. Esses filhos, se nascem ou crescem amerão muito de menos seus pais,não vendo no coração deles o amor para si mesmos, visto que é invisivel: naturalmente, entretanto, o crer nas coisas que não se vêem é sinal de imprudenza e não de louvavel fé. O que dizer, pois, de outros vinculos familiares entre irmãos e irmãs, genros e noras, conjuges de qualquer condição se o amor é incerto e a vontade é suspeita, tanto da parte dos pais para com os filhos quanto da parte dos filhos para com seus pais, e portanto, até a devida benevolência não é ricambiata, porque não se considera devida, quando, vendo-a, não se crê que esteja no outro : De outra parte, se não é ingenua, é quando menos odiosa essa cautela pela qual nós não cremos de ser amados pelo fato que não vemos o amor de quem nos ama e portanto não trocamos a nossa vez com aqueles que temos obrigação de recambiar. Portanto, as coisas humanas,não crendo a quanto não vemos, são coisas travolgentes para serem destruidas desde o fundamento se não cremos a nenhuma vontade do homem,que de certo não podemos ver. Deixo de dizer quantas coisas de publica opinião,da historia e dos lugares em que nunca fui, crêem eles que nos admoestram pelo fato que cremos naquilo que não vemos e,plasme, como esses não digam: "não cremos porque nós não temos visto" visto que o crer deles tem base em coisas expressas por outros, não verificadas ou vividas personalmente. Se disserrem isso seriam obrigados a confessar de não ter nenhuma certeza sobre a identidade, por exemplo,dos ses pais, porque, também nesse caso, creram em que os outros lhe contaram, sem serem capazes de mostrar-lhes porque já era passado: e, mesmo não conservando alguma lembrança do nascimento,todavia,deram o pleno consentimento para aqueles que lhes disseram. Se assim não fosse,inevitavelmente, seria uma grande falta de respeito em relação aos pais, no momento em que se procurasse evitar o temor daquelas coisas que não podemos ver.

A presença de indicios claros nos leva a crer.
Se, portanto, com o não crer naquilo que não podemos ver cairá por terra a humana sociedade,porque viria a faltar a concordia, quando mais se rende necessario prestar fé às realidades divina, mesmo que sejam realidades que não se vêem? Se não lhes prestassemos fé, non a amizade de um homem qualquer, mas a mesma suprema religião, estaria violada, de maneira que se conseguiria uma summa infelicidade.

Mas voce dirá: a benevolencia de um amigo nos meus confrontos, embora não possa ve-la, a encontro através varios indicios: voces, ao invés, não podei demostrar com nenhum indicio, as coisa que voces querem que nós creiamos, mesmo sem te-las visto. Entretanto não é de pouco conto que voce diga que devemos crer algumas coisas, que não se vêem,mesmo estando na presença de varios indicios: de fato seria suficiênte para concluir que con cada coisa que não se vê, não deva ser crida. É assim completamente desacreditado aquele pressuposto pelo qual se diz que não devemos crer as coisas que não vemos. Entretanto, errado de muito aqueles que acham que nós cremos em Cristo, sem nenhum indicio a seu respeito. Quais indicios, de fato, são mais claros das coisas que constatiamo e que foram predittas e depois reaizadas? Voces, portanto, que excluem a existencia de indicios para crer naquelas coisas que não vêem relativamente a Cristo, considerem ao menos aquilo que estão vendo. A igreja mesma, com as palavras maternas de amor, vos conforta: "Eu, que vêem com maravilhas frutificar e crescer por todo o mundo, um tempo não fui tal qual agora me prestai honra" Ma nel tuo seme serão benditas todas as gentes. Quando Deus abençoava Abramo prometteva: "Eu, de fato me difundo em todas as gentes na benção de Cristo" Que Cristo seja o seme de Abrão, o attesta a ordem de successão das gerações. Para resumir em breve, Abrão generó Isac, Isac generó Jocobbe, Jacobbe generó doze filhos dos quais nasceu o povo de Israel. Jacobbe mesmo teve o nome de Israel. Entre esse doze filhos, gereró Judas, do qual vem o nome de Judeu e dentre eles nasceu a Virgem Maria, que deu à luz Cristo. Eis, em Cristo, isto é,do seme de Abrão vêem que são abençoadas todas as gentes e restereis plasmados: ainda exitais em cre Nele no qual deveriam temer de não crer? Voces colocam em dúvida ou rejetam crer que uma Virgem tenha dato à luz, quando deveriam crer que assim quis Deus de nascer como homem? Saibam, de fato, que também isso foi predito pelo profeta: "Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho, que chamarão de Emmanuel." que quer dizer "Deus entre nós" Não fiquem mais na dúvida, portanto, que uma virgem possa dar à luz, se querem acreditar em um Deus que nasce, que sem abandonar o governo do mundo, vem entre os homens na carne e que possa conceder à sua madre a fecondidade, sem lhe tirar a integridade verginale. Assim precisava que nascesse como homem, restando sempre Deus, porque nascendo seria para nós Deus.Por isso o profeta diz de novo Dele: "O teu trono, Deus, dura para sempre, é grande nella tua rettitudine a grandeza do teu Reino" Voce amou a justiça e detestou a iniquidade: por esse Deus, o teu Deus, te consagrou com o oleo de leticia,à preferênça dos teus iguais. Essa é a unção espiritual com a qual Deus ungiu Deus, isto é, il Padre e il Filho: de onde sabemos que Cristo toma o nome do Crisma, que significa unção. Eu sou a Igreja, da qual se fala no mesmo salmo, preanunciando como já vindo o que tinha que vir no futuro. "Esteve a Rainha à sua direit, em habitos de ouro, ornados de varias cores" isto é no sinal da sabedoria, ornada de uma variedade de linguas. Aqui me se diz: "Escuta, ó filha, e olha, coloca os ouvidos e esqueça o teu povo e a casa de teu pai, porque ao Rei gostou a tua beleza: pois Ele é o Senhor Deus teu. A Ele se prostarão diante as filhas de Tiro, com dons. Todos os ricos do povo suplicarão teu vulto, toda a gloria da filha do Rei é ao interno envolvida em vestidos de franges de ouro de várias cores. As virgens, em seguida, serão conduzidas ao Rei, a ti serão conduzidas tuas companheiras, serão conduzidas com joias e exultança e serão conduzidas no templo do Rei. No lugar de teus pais te nasceram filhos e os fará chefes de toda a terra. Sim, recordaremos teu nome, de geração em geração. Portanto os povos te renderão louvores em eterno, nos séculos dos séculos.

Cumpridas as profecias sobre a Igreja.
Se voces não viram esta rainha, mesmo de profunda prole legal, se Ela à qual foi dito: "Escuta, ó filha e olha" não visse realizada a promessa um tempo ouvida: se a Ela um tempo foi dito "Esquece teu povo e casa de teu pai" não tivesse abandonado os antigos costumes do mundo: se Ela à qual foi dito "Ao Rei gostou tua beleza, pois Ele é o Senhor, teu Desu" não reconhecesse que Cristo é o Senhor, se não visse que as cidades levam orações a Cristo e oferecem orações a Ele, dos quais foi dito: "A Ele se prostarão diante as filhas de Tiro com os dons: se mesmo os ricos não depusessem a soberba deles e não suplicassem a ajuda da igreja, à qual foi dito: Todos os ricos do teu povo suplicarão o teu vulto: se não reconhecesse a filha do Rei à qual foi mandato de dizer: "Pai nosso, que estais no céu" e se a Ela que foi dito: Toda a gloria da filha do Rei está no interior: se não se renovasse de dia a dia através seus santos, mesmo atingindo os olhos da gente extranea com a fama dos seus predicadores, que expressam em diversas linguas paragonaveis à ornamentações douradas de um vestido de varias cores: se depois que o seu bom perfume a rendeu famosa em todo lugar, jovens virgens não viram conduzidas à Cristo para serem consagradas a ele, do qual e dos quais se diz: "As virgens serão conduzidas ao seu Rei, a voce serão conduzidas tuas companheiras: e embora não parecesse que fossem conduzidas como prisioneiras em uma cadeia, diz: "Serão conduzidas com joia e exultança, serão conduzidas no tempo do rei: se essa não desse à luz filhos,dos quais ter como pais,para faze-los seus genitores, Ela à qual se diz: "No lugar de teus pais te nasceram filhos, os fará chefes de toda a terra" Lei, mãe, sovrana e sudita junto que confia nas orações deles, e por isso foi acrescentado: "Se lembrarão de seu nome de geração em geração," se pela predicação desses pais, na qual o seu nome foi lembrado sem interrupção, multidões assim grandes não se reunissem nela e não rendessem incessantemente louvor, cada uma na sua lingua, à glora daquela à qual nos diz: "Portanto os povos te renderão louvores em eterno, nos séculos dos séculos.

As coisa que voces vêem foram preditas muito tempo antes e se cumpriram com muita clareza. Assim será por aquelas futuras.
Se essas coisas não se revelassem assim evidentes que os olhos dos incredulos não acham em qual parte se direcionar para evitar de serem atingidos e admiti-las manifestamente, então, forse a um bom direito poderiam dizer que não se vem mostrados indicios, vistos os quais possam crer também aquelas coisas que não se vêem. Mas, visto que as coisas que vêem foram preditas muito tempo antes e se cumpriram com tanta clareza e, a verdade mesma demostra con seus efeitos antecedentes seja com aquele que os seguem, para que creiais naquilo que voces não vêm, si isso não acontece, voces provarão vergonha.

"Olhai-me" nos diz a Igreja; "olhai bem o que estão vendo mesmo que não queiras ver. Aqueles, de fato que naqueles tempos, na terra de Judeia, foram fiéis aprenderam diretamente como realidade presente, o maravilhoso nascimento de uma virgem, a paixão, a resurreição e a ascensão de Cristo, e todas as coisas divinas por Ele ditas e feitas. Tudo isso voces não viram e é por isso que negam em crer. Parem sobre essa realidade e preste atenção porque não foram naradas como fatos do passado e não vos são preanunciadas, como eventos futuros, mas vos foram mostradas como realidade do presente. Vos parece uma coisa vã e insignificante e acham que não seja um milagre divino ou que o seja de pouco conto que no nome de um crucifisso, venha todo o ser humano? Voces não viram o que foi predito do nascimento humano de Cristo: "Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho"; mas voces vêem o que a palavra de Deus disse à Abrão: "no teu seme seraõ benditas todas as gentes". "no teu seme seraõ benditas todas as gentes" Voces não viram o que foi predito dos milagres de Cristo: "Venham a ver as obras do Senhor, que cumpriu prodigios sobre a terra" Mas vêem o que foi predito;" Il Signore mi disse, tu sei il mio figlio, hoje te gerei: peça-me e te darei a gente em herança e os confins da terra como tua propriedade" Não viram o que foi predito e aconteceu com a paixão de Cristo: "Transpassaram minhas mãos e meus pés, contaram todos os meus ossos: esses me observaram e olhado: se dividiram a minha roupa e tiraram à sorte a minha tunica" mas olhem só o que no mesmo salmo foi predito e que agora aparece verdadeiro: "Se lembrarão do Senhor e a Ele retornarão todos os confins da terra e o adorerão, prostados diante Dele, todas as estirpes do povos porque é do Senhor o Reino e Ele dominará sobre as gentes". Não viram o que foi predito e aconteceu sobre a ressureição de Cristo, segundo quanto o salmo faz referencia ao seu traidor e depois aos seus perseguidores: "Sairam fora e todos juntos falavam de um só: todos os meus inimigos contra de mim mormoravam contra de mim meditando o meu mal: uma palavra iniqua contra mim fizeram circular". Para fazer ver que nada valeu matar quem seria ressuscitado, continuó dizendo: "Quem dorme não poderá talvez se levantar?" E poco depois, tendo predito mediante a mesma profecia, do seu mesmo traidor aquilo que está escrito também no Evangelho: "Quem come o meu pão, levantou sobre mim seu calcanhar" isto é, me pisou, e em seguida disse: "Mas voce, Senhor, tenha piedade de mim e ressuscita-me e eu os pagarei" Aquilo que aconteceu: Cristo dormiu e se acordou, ou seja, ressuscitado, Ele que na mesma profecia mas em um outro salmo, diz: Eu dormi consegui adormecer; e E eu me levantei, Pois o senhor vai me apoiar" É verdade, tudo o que você não viu, Mas você vê a sua igreja, de que foi dito de uma forma semelhante e se realizou: Ó Senhor meu Deus, para ti os gentios virão do fim da terra e dirão: "Na verdade, nossos pais adoravam os ídolos enganosos, mas eles não são de qualquer uso". É claro que você vê-lo, Se quer ou não que você quer, E se você ainda acha que os ídolos são ou ter sido de alguma utilidade, Claro, você já ouviu falar que inúmeras pessoas, Depois de abandonar, Ou destruiu tal vaidade, dizem: "Na verdade, nossos pais adoravam os ídolos enganosos, mas eles não são de qualquer uso: Se o homem pode fabricar seus deuses, Eles não são deuses. E, uma vez que foi dito, "As pessoas virão para você dos fins da terra", não acredite que as pessoas predestinadas viessem a algum lugar em Deus: Capita, se não, que o Deus dos cristãos, que é o supremo, e Deus verdadeiro, as matrizes dos povos não estão andando, mas crente.

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